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Manteiga X Margarina

Manteiga vence a margarina. A segunda faz mais mal à saúde por ter aditivos químicos. 

A manteiga vem do leite da vaca e a margarina, da indústria. Por ai já vemos qual é a escolha mais saudável.

Ao consumir a margarina, você coloca mais química dentro do corpo. É só fazer um teste: deixe fora da geladeira, por alguns dias, uma colher de margarina e outra de manteiga. Nenhuma formiga vai chegar perto da margarina, já a manteiga vai estragar, vai dar fungo. O alimento natural se deteriora.
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Gostar do que faz: o segredo do sucesso nos negócios














Imagina uma situação em que você fica em casa, sem mexer um dedo, aguardando a ligação da empresa onde você tinha entregado seu currículo. A ansiedade toma conta, provoca insônia e você, com a paciência esgotada, resolve ligar para lá e, do outro lado da linha, vem o resultado: "Sinto muito, mas a vaga já foi ocupada." Após a resposta, pergunta-se: O que você faria? Vai procurar outro emprego, imprimir outro currículo e ficar novamente sentado à espera da boa vontade do empregador? Pronto, o desespero recomeça. Nesse mar de alternativas, você pode escolher: Ou insiste até conseguir uma vaga ou muda o disco e coloca a criatividade para ganhar dinheiro.

Cada um de nós, numa etapa da vida em que se deseja conquistar a independência, passamos por fases turbulentas que são essenciais para o incentivo à mudanças que dependem exclusivamente de nós, com o objetivo de fazer reflexão e dar a volta por cima através da criação de um negócio por causa da necessidade. 

É atormentador o fantasma do desemprego que deixa o indivíduo num caminho sem trilha, sem outras opções, a não ser a tradicional procura de emprego através de anúncio de jornal, se colocando na situação semelhante à do primeiro parágrafo.

O primeiro passo surge com a pergunta: O que você sabe fazer que possa se tornar uma fonte de renda? Para isso, você precisa gostar do que faz: é o segredo para o negócio dar certo. Quem gosta do segmento com o qual mais se identifica só pode fazê-lo bem. O segmento pode ser: culinário, setor de cosméticos, roupas, joias...

Esse texto foi elaborado através do depoimento de uma senhora de 65 anos, completados nesse ano de 2012, que se tornou dona de uma fábrica de bolos e que vende 500 produtos por dia. A ideia surgiu quando ela trabalhava como balconista de uma empresa e sofreu demissão por corte de despesas. A partir daí, ela ficou deprimida e depois de recuperada resolveu trabalhar em casa fazendo bolos e, na época, ela dizia que nem sabia quebrar um ovo. Não precisou fazer curso para aprender a trabalhar como boleira. Foi pegando aos poucos a prática. Conseguiu juntar dinheiro para ampliar o negócio e contratou uma ajudante. Já tem clientela fixa que faz fila na porta à espera de bolos sem recheios, feitos na hora.

Essa senhora é um exemplo de que um bom negócio pode começar dentro de casa. Ela dá o segredo que pode servir para outros segmentos: é importante gostar da função que se faz, além de estudar, praticar e se renovar. O profissional que investe em detalhes exclusivos torna o trabalho mais interessante e tem mais chances de agradar.
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Como se inicia uma aula de eletrólise

Eletrólise Espadoca, Espaço Docente Aprendiz apresenta Como se inicia uma aula de eletrólise

Um professor de Química, de métodos ultrapassados, inicia a eletrólise com definição, logo a seguir apresenta ilustradamente um experimento clássico sobre a separação dos componentes da água através de eletrodos e finalmente os exercícios que mostram outras aplicações da eletrólise.

Seria interessante se o professor pudesse mostrar ao vivo o experimento, ou usasse vídeos copiados do youtube, por exemplo, convertê-los em DVD ou em windows media player se fosse para salvá-los em pendrive para serem projetados por data show. Basta simplesmente vontade.

Entretanto, antes do uso dos recursos acima, que tal uma introdução motivadora utilizando o metal estanho? Essa opção vai prender a atenção da turma.

Então, professor, siga as etapas:

1) Antes de definir eletrólise, peça a todos que peguem a tabela periódica. Isso irá fazê-los recordar o uso da tabela e criar na mente deles uma ponta de questionamento tipo "Por que o professor quer que façamos isso?".

2) Pergunte a eles o símbolo do elemento estanho e sua localização na tabela. Ou pode ser outra questão: Que elemento está localizado no quinto período do grupo IV-A?

3) Pronto, uma vez iniciada a introdução, vem o comentário:
O estanho, em estado nativo, é raro. O normal é ser encontrado sob a forma de minério. São vários os minérios que contêm estanho. Mas o principal deles é a cassiterita, que nada mais é que dióxido de estanho, associado a uma variável quantidade de impurezas.
Quando o minério é muito impuro, ao fim do processo, obtêm-se, junto ao estanho bruto, resíduos de ferro, cobre, chumbo, bismuto e outras impurezas.
Então, a purificação final é realizada por meio do refino, geralmente feito por eletrólise.

4) Provavelmente a turma estará apta a assimilar eletrólise porque o assunto tem utilidade prática. O reforço do entendimento pode ser feito pelo experimento ou por vídeos em data show que possam mostrar a refinação de estanho pelo processo, ambos já sugeridos nas primeiras linhas da postagem.

5) O professor pode fazer agora a definição e, com o livro adotado, fazer junto com a turma os exercícios.

Quando o professor adota variedades de metodologia de ensino, o estudante percebe essa característica notória do docente.
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O que o aluno pode fazer quando não entende a aula do professor?

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Tanto na esfera docente quanto na do estudante, o mau ensino pode ser analisado em muitas situações. Na parte docente, uma delas é a didática deficiente do professor, expressada pela falta de dicção, incompleto conteúdo, postura indiferente com os alunos, elaboração de provas cujos níveis de questões são mais complexos e não são trabalhados em sala, somente os de menor categoria que nem são cobrados na avaliação, servindo apenas para exercitar o conhecimento.

Entretanto, existem aqueles docentes que embora tenham ótima afetividade com a turma, deixam a desejar no campo de transmissão de conhecimentos, ou seja, não adianta somente ser um professor super camarada e não possuir uma gama de sabedoria, essencial para o preparo da turma aos mais diversos desafios - vestibular, concursos públicos, exames para trabalhar numa multinacional...

Portanto, que medidas podem ser tomadas quando não se entende o conteúdo ensinado?

A lista de reclamações dos estudantes é ilimitada, desde que seja unânime:
- Ele(a) cobra exercícios muito fáceis nas aulas, mas nas provas aparecem questões de difícil interpretação e ainda nos rotulam de incapazes;
- Aquele(a) professor(a) não explica direito a matéria e a turma toda acaba sendo prejudicada;
- Não entendemos nada o assunto desse(a) professor(a) e ainda acha que a gente não estuda e não quer prestar atenção;
- O(a) professor(a) pede que façamos os exercícios na página X do livro, mas na hora de corrigir e explicar não tem paciência.

Como resolver então alguns desses problemas acima?

Quando as dúvidas se acumulam desenfreadamente, a primeira providência dos pais do aluno é contratar um professor particular (antigamente chamado explicador(a) cuja denominação permanece ainda como tradição por alguns) e acham que ele(a) vai ser a salvação da lavoura, porém não necessariamente, pois o interesse e desempenho devem partir também do estudante, mesmo que o professor saiba explicar bem, ou seja, não adianta apenas entender o conteúdo se o aluno não estudá-lo diariamente através dos exercícios.

E se o professor particular não for bom? O caminho mais remediável de todos é, sem dúvida, recorrer aos livros de ricos conteúdos com linguagem bem clara, de fácil entendimento e providos de questões dos mais diversos níveis; e agora temos a internet que chegou de vez à maioria dos lares para dominar completamente com fontes infinitas de informações, desde que se busquem sites confiáveis para a leitura e prática interminável de exercícios.

Por larga experiência, a saída mais eficaz é adquirir hábitos de leitura e, no final, o aluno ganha quase perfeita autonomia, sem ficar na dependência dos ensinamentos do mau professor que insiste em ficar parado no tempo.

Na minha época de estudante, tive um professor de Biologia que sabia apenas para si, ele não tinha força de vontade para dar uma boa aula. Eu me recordo de um papo informal com um colega de turma que me disse que a melhor maneira para se dar bem na prova desse professor, assim como de alguns outros que não sabiam ensinar, era meter a cara nos livros e fazer muitos exercícios, inclusive os de vestibulares, já que as questões das provas eram extraídas de concursos anteriores, assim como até hoje são. E acreditem, o resultado é satisfatório.

A leitura em livros e a prática constante de exercícios são os caminhos mais remediáveis.

Até hoje nunca me esqueço do bate-papo com esse colega e, lamentavelmente, muitos alunos da geração de agora não sabem aproveitar corretamente as oportunidades que os livros e a internet oferecem. Por outro lado, muitos professores de metodologias medíocres e jurássicas não sabem tirar proveito das múltiplas informações presentes nos livros e nas redes.

Muitos afirmam que o livro e a internet são ótimos instrumentos de trabalho. Para os estudantes, sim, mas na visão docente são considerados complementos porque a melhor ferramenta de trabalho do professor é, sem dúvida, o próprio aluno porque somente ele estimula o professor a fazer mudanças de planejamento de ensino. Afinal de contas, a boa e velha frase "O ALUNO FAZ A ESCOLA" tem de fato grande significado.

Quando um profissional de ensino deseja impressionar os estudantes na preocupação de fazê-los entender melhor um determinado assunto, ele usa a criatividade através de recursos atraentes como vídeos didáticos na forma de documentários que tenham ligação com o tema dado e isso ajuda e muito a fazer a turma usar mais o raciocínio do que a viciante decoreba.

Mas se o professor é ruim e o aluno não tiver força de vontade para ter autonomia, só resta a dizer que o segundo veio ao mundo apenas para passear.
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