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O que o aluno pode fazer quando não entende a aula do professor?

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Tanto na esfera docente quanto na do estudante, o mau ensino pode ser analisado em muitas situações. Na parte docente, uma delas é a didática deficiente do professor, expressada pela falta de dicção, incompleto conteúdo, postura indiferente com os alunos, elaboração de provas cujos níveis de questões são mais complexos e não são trabalhados em sala, somente os de menor categoria que nem são cobrados na avaliação, servindo apenas para exercitar o conhecimento.

Entretanto, existem aqueles docentes que embora tenham ótima afetividade com a turma, deixam a desejar no campo de transmissão de conhecimentos, ou seja, não adianta somente ser um professor super camarada e não possuir uma gama de sabedoria, essencial para o preparo da turma aos mais diversos desafios - vestibular, concursos públicos, exames para trabalhar numa multinacional...

Portanto, que medidas podem ser tomadas quando não se entende o conteúdo ensinado?

A lista de reclamações dos estudantes é ilimitada, desde que seja unânime:
- Ele(a) cobra exercícios muito fáceis nas aulas, mas nas provas aparecem questões de difícil interpretação e ainda nos rotulam de incapazes;
- Aquele(a) professor(a) não explica direito a matéria e a turma toda acaba sendo prejudicada;
- Não entendemos nada o assunto desse(a) professor(a) e ainda acha que a gente não estuda e não quer prestar atenção;
- O(a) professor(a) pede que façamos os exercícios na página X do livro, mas na hora de corrigir e explicar não tem paciência.

Como resolver então alguns desses problemas acima?

Quando as dúvidas se acumulam desenfreadamente, a primeira providência dos pais do aluno é contratar um professor particular (antigamente chamado explicador(a) cuja denominação permanece ainda como tradição por alguns) e acham que ele(a) vai ser a salvação da lavoura, porém não necessariamente, pois o interesse e desempenho devem partir também do estudante, mesmo que o professor saiba explicar bem, ou seja, não adianta apenas entender o conteúdo se o aluno não estudá-lo diariamente através dos exercícios.

E se o professor particular não for bom? O caminho mais remediável de todos é, sem dúvida, recorrer aos livros de ricos conteúdos com linguagem bem clara, de fácil entendimento e providos de questões dos mais diversos níveis; e agora temos a internet que chegou de vez à maioria dos lares para dominar completamente com fontes infinitas de informações, desde que se busquem sites confiáveis para a leitura e prática interminável de exercícios.

Por larga experiência, a saída mais eficaz é adquirir hábitos de leitura e, no final, o aluno ganha quase perfeita autonomia, sem ficar na dependência dos ensinamentos do mau professor que insiste em ficar parado no tempo.

Na minha época de estudante, tive um professor de Biologia que sabia apenas para si, ele não tinha força de vontade para dar uma boa aula. Eu me recordo de um papo informal com um colega de turma que me disse que a melhor maneira para se dar bem na prova desse professor, assim como de alguns outros que não sabiam ensinar, era meter a cara nos livros e fazer muitos exercícios, inclusive os de vestibulares, já que as questões das provas eram extraídas de concursos anteriores, assim como até hoje são. E acreditem, o resultado é satisfatório.

A leitura em livros e a prática constante de exercícios são os caminhos mais remediáveis.

Até hoje nunca me esqueço do bate-papo com esse colega e, lamentavelmente, muitos alunos da geração de agora não sabem aproveitar corretamente as oportunidades que os livros e a internet oferecem. Por outro lado, muitos professores de metodologias medíocres e jurássicas não sabem tirar proveito das múltiplas informações presentes nos livros e nas redes.

Muitos afirmam que o livro e a internet são ótimos instrumentos de trabalho. Para os estudantes, sim, mas na visão docente são considerados complementos porque a melhor ferramenta de trabalho do professor é, sem dúvida, o próprio aluno porque somente ele estimula o professor a fazer mudanças de planejamento de ensino. Afinal de contas, a boa e velha frase "O ALUNO FAZ A ESCOLA" tem de fato grande significado.

Quando um profissional de ensino deseja impressionar os estudantes na preocupação de fazê-los entender melhor um determinado assunto, ele usa a criatividade através de recursos atraentes como vídeos didáticos na forma de documentários que tenham ligação com o tema dado e isso ajuda e muito a fazer a turma usar mais o raciocínio do que a viciante decoreba.

Mas se o professor é ruim e o aluno não tiver força de vontade para ter autonomia, só resta a dizer que o segundo veio ao mundo apenas para passear.
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Quantas coisas se perdem sem leitura


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Toda vez que leio reportagens em jornais e revistas a respeito da importância da leitura e também de projetos realizados em escolas e espaços culturais de várias comunidades que incentivam o uso de livros, destaco os pontos principais e, a partir deles, elaboro um resumo em minha mente, rascunho algumas considerações finais nos meus bloquinhos de nota, através de notícias na TV, para complementar o meu resumo, junto tudo e construo aqui em meu blog a minha postagem.

Apesar de o nosso país assumir uma posição não muito simpática quanto à qualidade da educação, considerada por enquanto péssima, que vai do pré ao ensino superior, ainda procuro manter a esperança de algum dia o Brasil estar pelo menos entre os que preparam melhor os estudantes para o mercado de trabalho e também de conscientizá-los do que é certo e errado.

Eu tinha lido na coluna de um jornal, do qual sou leitor fiel, que nos Estados Unidos os pais acostumam desde cedo a criança aos livros. Na hora de dormir, junto com o ursinho, tem sempre um livro por perto. Na hora do banho, um livro de plástico faz companhia aos barquinhos na banheira. A criança acaba aceitando o livro como parte importante da vida. Mas isso, creio eu, não ocorre em todas as famílias norte-americanas. Por outro lado, em comparação ao Brasil, o ensino do país do Tio Sam é bem avançado. E por que aqui não pode ser a mesma coisa?

O que é muito triste, quando se trata de aversão à leitura, é ouvir pessoas que não têm paciência de ler jornais, revistas e livros. Existem pais que ensinam os filhos a copiar e imprimir um assunto de pesquisa escolar pela internet, sem passar por uma edição, ou seja, destacar os fatos mais aceitos na hora de depois serem avaliados pelo professor. Enfim, os estudantes de hoje não sabem fazer resumo. Apenas leem a manchete e acham que receberão nota 10 pelo tamanho do texto e não pela qualidade. É por aí que nasce o analfabetismo funcional, ou pelo menos é uma das causas do início do mesmo.

Outro ponto é referente à violência desenfreada presente em brigas de torcidas organizadas, adultos e adolescentes brincando de matar gente, ofendendo a vida, destruindo sonhos. E para piorar, a prática constante de bullying nas escolas onde alguns alunos estão se tornando criminosos. Se esses malfeitores fossem apaixonados por leitura? Será que a violência diminuiria?

Como é possível refazer esse país se as próprias famílias não contribuem com a melhoria do ensino? Somente o governo não pode assumir todas as responsabilidades. Cá entre nós, a culpa se origina muitas vezes de alguns pais que vivem satisfazendo a vontade dos filhos, gastando rios de dinheiro com jogos violentos, ao invés de investirem em atividades educativas com uso de jogos ligados a letras e números.

Quando a leitura se torna hábito, a criança acaba tendo responsabilidade de adulto, apesar da pouca idade. É muito difícil, nos dias atuais, um estudante dizer que é hora de estudar e que pode brincar depois das provas. Através dos livros, todos se conscientizam de que pouca idade não representa menos responsabilidade.

Outra vantagem do gosto pela leitura é a disciplina quanto ao uso do dinheiro. Não importa se o governo presenteou a população com facilidades no pagamento pelos cartões de crédito. As empresas financeiras responsáveis não têm culpa pelo endividamento extremo do cidadão, na hora de abusar do cartão de crédito. O desinteresse pela leitura, sem sobras de dúvida, transforma o consumidor num ignorante sem limites e sai gastando a esmo, sem se preocupar com o futuro.

Enfim, são infinitos debates sobre os problemas da educação desse país. Os políticos entrarão em colapso, se um dia a maior parte da população brasileira se tornar culta e assim poderá escolher melhor seus representantes para Brasília.

Um abraço a todos.

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CONHEÇAM O ORKUT DAS LETRAS


CONHEÇAM O ORKUT DAS LETRAS
OBS: APENAS PARA QUEM APRECIA LEITURA.

Unidos pelo amor ao livro

Lançada este mês, rede social O LIVREIRO é a mais abrangente do tipo já feita até hoje no Brasil.

Desde o último dia primeiro de julho está no ar o site O LIVREIRO (www.conhecaolivreiro.com.br), a rede social voltada para o universo dos livros - a mais abrangente do tipo já lançada até hoje no Brasil.

O lançamento da página, uma espécie de ORKUT DAS LETRAS, foi durante a Festa Literária Internacional (Flip).

O LIVREIRO está em fase experimental. Até o final do ano, a ideia é povoar o novo site e aprimorá-lo, a partir do retorno dos internautas. O site não é um produtor de notícias, mas um agregador, com referências e links sobre o que sai na mídia sobre livros. Será possível criar - gratuitamente - páginas pessoais, onde o internauta dará destaque aos títulos de suas preferência e comunidades para debates.

É um novo espaço de relacionamento para quem GOSTA DE LIVROS.

Haverá páginas de autores clássicos, listas de mais vendidos, índice de obras mais adicionadas pelos internautas. Não é um site de literatura, mas de livros.

O Brasil precisa de novos leitores, e a ideia é estimular a leitura, promover a inclusão literária.

O meu BLOG AULAS100 que valoriza a informação e a busca do conhecimento tem a mesma filosofia do site. Por isso, todos devem valorizar a importância da leitura.
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AS VANTAGENS DE UM EMPREGO PÚBLICO


AS VANTAGENS DE UM EMPREGO PÚBLICO SÃO INÚMERAS.

Uma delas é colocar todos os candidatos em pé de igualdade. Não há aquela história de o selecionador ir ou não com a cara do candidato e muito menos o famoso QUEM INDICA. Basta se preparar para ter chance de ser aprovado. O caminho, porém, é longo para quem quer garantir a estabilidade do serviço público.

É importante criar uma rotina de estudo e LER BASTANTE.

Passar em um concurso público é muito bom porque não há mais preocupação com o desemprego. Invista na leitura de jornais, revistas e letras de músicas. O importante é praticar a capacidade de ler e interpretar textos, diariamente.

Fique por dentro do que acontece. Muitos concursos exigem conhecimentos de atualidades. Fique de olho nos noticiários.

Entretanto, não deixe o lazer de lado: ter momentos livres para passear, ver filmes, curtir a família, bater papo com os amigos e praticar exercícios que é bom para a memória.

Não desanime. Passar para um emprego efetivo não é tarefa fácil. Mas o esforço vale a pena.

Acredite na própria capacidade.

PARA FINALIZAR, UM GRANDE CONSELHO: Nunca deixar de praticar a leitura após a aprovação. É muito triste ver estudantes e candidatos praticar a leitura apenas por causa das provas e não a enxergam como uma atividade educativa e prazerosa.

PENSEM NISSO!!
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