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30 de nov de 2012

Gostar do que faz: o segredo do sucesso nos negócios














Imagina uma situação em que você fica em casa, sem mexer um dedo, aguardando a ligação da empresa onde você tinha entregado seu currículo. A ansiedade toma conta, provoca insônia e você, com a paciência esgotada, resolve ligar para lá e, do outro lado da linha, vem o resultado: "Sinto muito, mas a vaga já foi ocupada." Após a resposta, pergunta-se: O que você faria? Vai procurar outro emprego, imprimir outro currículo e ficar novamente sentado à espera da boa vontade do empregador? Pronto, o desespero recomeça. Nesse mar de alternativas, você pode escolher: Ou insiste até conseguir uma vaga ou muda o disco e coloca a criatividade para ganhar dinheiro.

Cada um de nós, numa etapa da vida em que se deseja conquistar a independência, passamos por fases turbulentas que são essenciais para o incentivo à mudanças que dependem exclusivamente de nós, com o objetivo de fazer reflexão e dar a volta por cima através da criação de um negócio por causa da necessidade. 

É atormentador o fantasma do desemprego que deixa o indivíduo num caminho sem trilha, sem outras opções, a não ser a tradicional procura de emprego através de anúncio de jornal, se colocando na situação semelhante à do primeiro parágrafo.

O primeiro passo surge com a pergunta: O que você sabe fazer que possa se tornar uma fonte de renda? Para isso, você precisa gostar do que faz: é o segredo para o negócio dar certo. Quem gosta do segmento com o qual mais se identifica só pode fazê-lo bem. O segmento pode ser: culinário, setor de cosméticos, roupas, joias...

Esse texto foi elaborado através do depoimento de uma senhora de 65 anos, completados nesse ano de 2012, que se tornou dona de uma fábrica de bolos e que vende 500 produtos por dia. A ideia surgiu quando ela trabalhava como balconista de uma empresa e sofreu demissão por corte de despesas. A partir daí, ela ficou deprimida e depois de recuperada resolveu trabalhar em casa fazendo bolos e, na época, ela dizia que nem sabia quebrar um ovo. Não precisou fazer curso para aprender a trabalhar como boleira. Foi pegando aos poucos a prática. Conseguiu juntar dinheiro para ampliar o negócio e contratou uma ajudante. Já tem clientela fixa que faz fila na porta à espera de bolos sem recheios, feitos na hora.

Essa senhora é um exemplo de que um bom negócio pode começar dentro de casa. Ela dá o segredo que pode servir para outros segmentos: é importante gostar da função que se faz, além de estudar, praticar e se renovar. O profissional que investe em detalhes exclusivos torna o trabalho mais interessante e tem mais chances de agradar.

4 comentários:

Ana Paula C. Pereira disse...

Nos momentos de crise que muita gente encontra a criatividade que estava acomodada e dá a volta por cima! De certo que ela está melhor do que antes.

22 dezembro, 2012
Marcos Vinicius disse...

A crise é naturalmente vista como algo devastador que vai impedir aquele microempresário de dar continuidade aos negócios, engolidos pelas concorrências ou por desvínculo de sociedade, e mal ele sabe que a falência e o desemprego podem fazê-lo abrir novos horizontes manifestados pela criatividade. O resultado: ou encarar novos desafios ou desistir dos sonhos por influências negativas. Bjssss!!

26 dezembro, 2012
Ro SV disse...

Gostei muito do seu blog e gostaria de lhe convidar a fazer parte da minha rede, através do Google+. Um abração.

03 abril, 2016
Marcos Vinicius de Moraes disse...

Obrigado, Ro SV, já adicionei você no Google+.

Um abraço.

05 abril, 2016

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