Quem se bronzeia artificialmente não valoriza a leitura e nem a saúde
Já é dureza aguentar a falta de consciência e disciplina de algumas pessoas usuárias de produtos milagrosos para emagrecimento e não buscam informações mais saudáveis a respeito da prática de exercícios que levam à mesma meta - de perder aqueles quilos indesejáveis, embora o prazo seja maior para atingir o resultado almejado e calculado previamente. Quem não lê e não se informa não valoriza a saúde.
O desinteresse pela leitura e desvalorização da saúde são causas também do uso exagerado do bronzeamento artificial que já foi comprovado como causa concreta dos tumores de pele. Tanto o sol quanto às câmaras têm potencial cancerígeno.
O que é muito engraçado são essas pessoas que, mesmo conhecendo os riscos, insistem em manter a adoração por essa alternativa prometedora de resultados relâmpagos e acham que terão pele bonita a longo prazo.
As clínicas que driblam a fiscalização da Anvisa não podem ser punidas; a clientela é que deve se conscientizar do perigo vindo desses aparelhos que vendem esse tipo de milagre manipulado por profissionais com visão apenas no lucro e nem estão aí pra saúde dessa população ingênua e inculta. Mas se a consciência surgir, pode ser tarde demais, pois a leitura e educação não têm significado algum por parte desse povo.
O bronzeamento artificial é feito com lâmpadas que emitem radiação ultravioleta A e B - os mesmos encontrados no sol de meio-dia.
O UVA (ultravioleta A) é um fator de risco importante para o envelhecimento precoce da pele das pessoas.
Já o UVB (ultravioleta B) é o responsável pela formação, a longo prazo, dos tumores.