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Chumbo: aparentemente inofensivo, porém devastador



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Na escola todos nós aprendemos que várias doenças se manifestam através de agentes infecciosos - bactérias, vírus, protozoários, vermes e alguns fungos microscópios - porém outras podem ser provocadas por alguns metais, aparentemente inofensivos, já que são úteis para fins comerciais, após serem extraídas das minerações, e por isso não percebemos suas características devastadoras em nosso organismo. Mercúrio e chumbo estão entre os mais perigosos, principalmente para os mineradores que lidam diretamente com esses metais.

Nos salões de beleza, a atenção deve ser redobrada, e mais ainda para quem realiza autoaplicação de certos produtos capilares.

Portanto, vamos falar do chumbo?

Quais os sintomas de intoxicação por chumbo no organismo?
Os sinais clínicos mais evidentes de intoxicação por chumbo são irritabilidade, agressividade, sangramento nas gengivas, impotência sexual, síndrome do pânico, fadiga, medos, diminuição da memória em adultos e dificuldade de aprendizagem em crianças, entre outros.


O problema pode ser provocado por alguns tipos de misturas para cabelos e está muito presente entre operários que trabalham com soldas.
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A aparente arte difícil de educar a criança

Eu tenho escrito um artigo intitulado Para o seu filho não achar o computador a prioridade máxima que relata - não completamente - situações que encurtam etapas importantes no desenvolvimento de habilidades essenciais para educá-lo adequadamente e transformá-lo em grande formador de opiniões.

Por falta de orientação e conhecimento de alguns pais na arte de educar a criança, muitas vezes escutamos desculpas do tipo "Não tenho tempo, trabalho demais", "A escola não sabe educar direito o meu filho", "No computador estão todas as orientações, basta o meu filho ler e assim será educado", "Minha filha não me obedece de jeito algum" e blá, blá, blá, blá, blá, blá, que, infelizmente, são o retrato da realidade atual e não ocorrem somente em nosso país.

Não pensem vocês que acho fácil educar crianças, e também adolescentes, porque sei da existência de vários obstáculos que impedem soluções rápidas para colocá-los na linha. Entretanto, com certeza e sem questionamento, uma das artes mais fáceis é fazer filhos e colocá-los no mundo. Após o parto, é que os desafios entram em cena - isso se houver ação em cena.

Muitos adolescentes se encantam por bebidas alcoólicas e cigarros que invadem a mente deles pelo prazer, iludidos sob influência de más companhias e também, não muito raro, da irresponsabilidade de alguns pais. É dessa forma que os jovens defendem esses tais caminhos para se afirmarem adultos. Nossa! Quantas ilusões!

Em TV, rádio, jornais, revistas, livros especializados, até mesmo na internet circulam informações sobre várias maneiras de orientar a criança a desenvolver etapas de acordo com a faixa etária. Lamentavelmente, alguns pais deixam tais tarefas exclusivamente para a escola, principalmente no período pré-básico (jardim de infância).

Por que não fazer da sua residência uma espécie de jardim de infância? Executar as dicas sugestivas que pesquisei em um jornal podem ajudar os casais que se interessam pela melhor formação dos filhos e não os deixar, no futuro, sofrerem más influências por amizades de conduta duvidosa. Vamos lá?

Bebês menores de 18 meses
Brinquedos vistosos, leves e de várias texturas estimulam os sentidos da visão, da audição e do tato. Esse é o momento para dar-lhes chocalhos ou brinquedos com guizo para apertar. Quando começam a engatinhar, os brinquedos mais estimulantes e divertidos são os que se empurram ou puxam, como um pequeno vagão ou carrinho de boneca. É importante que tenham peças grandes que não possam ser engolidas; sejam leves para manusear; não tenham pontas ou bordas afiadas; e não sejam tóxicos. Essas recomendações valem também para as etapas seguintes.

Crianças de 18 a 36 meses
Boas opções para essa fase são os brinquedos para se usar ao ar livre como bolas, infláveis ou caixas de areia com pás e cubos. Brinquedos de montar e desmontar estimulam as habilidades psicomotoras.

Pré-escolares de 3 a 6 anos
Fantasias e equipamentos que ajudem em seu mundo imaginário são importantes nessa etapa. Boas opções são lojas em miniatura com dinheiro de brinquedo, caixa registradora ou telefone. A capacidade de visualização e treinamento da memória pode ser exercitada por meio de jogos eletrônicos, de tabuleiro ou de palavras.

Crianças de 6 a 9 anos
Muitos jogos e brinquedos eletrônicos dirigidos a esta faixa etária são classificados como educativos porque foram criados para ajudar as crianças no aprendizado de certos conceitos específicos. Por exemplo, jogos que consistem em formar palavras, igualar letras do alfabeto com objetos diversos ou aprender a manejar dinheiro brincando com notas e moedas. São indicados também jogos corporais e equipamentos para atividades físicas como patins de roda e de gelo, bicicleta e pernas de pau.

Tarefas muito difíceis, né? No início, talvez sim, mas são algumas das várias formas que contribuem na imposição de limites. Não é obrigatório segui-las, mas certamente fazem diferença.

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Para o seu filho não achar o computador a prioridade máxima


Para quem estiver lendo esse texto, passou dos 30, se casaram e já são pais de crianças, adolescentes e dos que irão para a fase adulta, se voltássemos a 20 anos, não será difícil lembrar que não tinhamos acesso às facilidades de pesquisa escolar, não imaginávamos um dia conseguir inúmeras músicas e videos pela internet, gastando somente valores medíocres - sim, pois hoje não machucamos tanto o nosso bolso para comprar apenas CD e/ou DVD virgem e pagar mensalmente conexão de alta velocidade para usufruirmos desses, dentre outros recursos disponíveis semelhantes a água com açúcar. Até aqui lemos uma das vantagens do uso da internet (baixar músicas e vídeos). E as desvantagens?

As bibliotecas eram lotadas em épocas de exames escolares e universitários; os trabalhos exigidos pelos professores eram apresentados na forma datilografada e raramente digitada por alguns que já possuíam computador dotado daqueles pequeninos monitores - na época poucos tinham esse privilégio, situação semelhante aos que possuíam o primeiro modelo de celular surgido no país.

Fico revoltado quando leio ou escuto depoimentos de pessoas que apresentam total dependência das tecnologias e por que isso acontece? Falta de orientação dos país? De leitura? De boas amizades? Preguiça de absorver infinitas informações? Desvalorização da educação e saúde? A própria televisão com tanta apelações incentiva os falsos caminhos das pedras?

Li num jornal a declaração de um rapaz de 25 anos sobre o seu vício mórbido pela informática. Existem aqueles viciados na faixa normal que ainda usam caneta, lápis e borracha para anotações em blocos - agendar compromissos, anotar recados ou escrever resumidamente uma receita de bolo, etc, etc. Eu também gosto muito de informática - teclo, escrevo, navego e leio dezenas de notícias. Contudo, o caso desse rapaz ultrapassa a barreira do vício: fiz cara feia quando ele, na maior tranquilidade, revelou que não usa mais caneta para anotar seus compromissos. No lugar de blocos e canetas, ele se aliou ao netbook. Toda anotação que surge, o netbook é a sua prioridade nos 365 dias. Outro fato triste na vida dele é a valorização por comidas prontas e fast-foods. Aí vem a questão: quando esse rapaz um dia constituir uma família, que valores serão passados aos filhos dele? Que estilo de vida ele vai dá-los? Que tipo de educação ele recebeu dos pais?

Uma criança de 6 anos já se considera precocemente técnico de computador - basta usar um simples botão e já resolve quase todos os problemas que comprometem o funcionamento da máquina. Muitos pais enchem a boca para se orgulhar da perfomance da criança ao solucionar os defeitos, mas nem sempre se preocupam com as baixas notas escolares.

Tive a infeliz idéia de ouvir um casal sugerir ao filho que fosse a uma lan house, pesquisasse um assunto escolar, imprimi-lo e em seguida levar à escola para receber a aprovação. Na minha visão, a idade do filho era 14 ou 15 anos. Fiquei bastante decepcionado, pois eu esperava outra atitude dos pais: dizer ao filho que lesse primeiramente todo o conteúdo impresso e retirasse apenas os trechos principais para depois serem transcritos digitalmente.

Alguns jovens de hoje na faixa de 15 a 20 anos, por exemplo, substituem prioridades importantíssimas pelo computador. Quais são essas prioridades? Boa alimentação, saúde adequada, assuntos super interessantes ligadas a educação e jogos saudáveis.

Graças ao mau uso do computador, proveniente da falta de informação e da orientação precária dos pais, de alguns professores e educadores com visões distorcidas, a juventude de hoje, apesar de conhecer os recursos mais avançados do mundo virtual, mal sabe escrever uma redação, tem dificuldade de discutir assuntos ligados a temas importantes como saúde, política e educação. Só quer enxergar moleza na hora de executar trabalhos escolares: pesquisar e imprimir, sem passar por revisões e resumos, são suficientes para a maioria dos estudantes desse país (é uma pena). Consequentemente, a leitura em jornais, revistas e livros está entrando em extinção. Enfim, os livros valem cada vez menos.
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Atenção, senhores pais, leiam isso!!

O dia das crianças está próximo. A ansiedade delas cresce a cada hora para receber o presente no dia 12 de outubro. Algumas são impacientes, outras possuem paciência de sobra na hora de ganhar dos pais o que foi prometido a elas, independente das notas da escola, de travessuras ou daqueles alimentos essenciais para uma vida saudável. Mesmo não gostando de legumes, verduras ou frutas, pois preferem hamburgueres, hot-dogs, pizzas, batatas-fritas, todos consumidos exageradamente, elas serão contempladas com carinho.

Ganhar presente toda criança adora. É normal, não é? Entretanto, desde cedo, ela deveria aprender também o significado do dia 12 de outubro, bem como do Natal, Corpus Christi e Semana Santa. É tão difícil orientá-la a rezar nesses feriados nacionais? Pode até ser feito na própria residência.

Pois bem, recebi de um dos meus contatos um e-mail referente a uma palestra ministrada pelo médico psiquiatra Dr. Içami Tiba, em Curitiba, 23/07/08.

Nesse dia, o Dr. Içambi agiu como o pai de todos os pais, pois o debate era sobre alguns dos inúmeros caminhos das pedras que devem ou deveriam ser seguidos pelos responsáveis na educação dos seus pequeninos.

Segundo um dos meus contatos, pode parecer cruel, mas achou que era o caminho certo. Vale a pena conferir. Após a leitura, a decisão estará nas suas mãos, senhores pais:

1. A educação não pode ser delegada à escola. Aluno é transitório. Filho é para sempre.

2. O quarto não é lugar para fazer criança cumprir castigo. Não se pode castigar com internet, som, TV, etc.

3. Educar significa punir as condutas derivadas de um comportamento errôneo. Queimou índio pataxó, a pena (condenação judicial) deve ser passar o dia todo em hospital de queimados.

4. É preciso confrontar o que o filho conta com a verdade real. Se falar que professor o xingou, tem que ir até a escola e ouvir o outro lado, além das testemunhas.

5. Informação é diferente de conhecimento.. O ato de conhecer vem após o ato de ser informado de alguma coisa. Não são todos que conhecem. Conhecer camisinha e não usar significa que não se tem o conhecimento da prevenção que a camisinha proporciona.

6. A autoridade deve ser compartilhada entre os pais. Ambos devem mandar. Não podem sucumbir aos desejos da criança. Criança não quer comer? A mãe não pode alimentá-la. A criança deve aguardar até a próxima refeição que a família fará. A criança não pode alterar as regras da casa. A mãe NÃO PODE interferir nas regras ditadas pelo pai (e nas punições também) e vice-versa. Se o pai determinar que não haverá um passeio, a mãe não pode interferir. Tem que respeitar sob pena de criar um delinquente.

7. Em casa que tem comida, criança não morre de fome . Se ela quiser comer, saberá a hora. E é o adulto quem tem que dizer QUAL É A HORA de se comer e o que comer.

8. A criança deve ser capaz de explicar aos pais a matéria que estudou e na qual será testada. Não pode simplesmente repetir, decorado. Tem que entender.

9. É preciso transmitir aos filhos a idéia de que temos de produzir o máximo que podemos. Isto porque na vida não podemos aceitar a média exigida pelo colégio: não podemos dar 70% de nós, ou seja, não podemos tirar 7,0.

10. As drogas e a gravidez indesejada estão em alta porque os adolescentes estão em busca de prazer. E o prazer é inconsequente.

11. A gravidez é um sucesso biológico e um fracasso sob o ponto de vista sexual.

12. Maconha não produz efeito só quando é utilizada. Quem está são, mas é dependente, agride a mãe para poder sair de casa, para fazer uso da droga . A mãe deve, então, virar as costas e não aceitar as agressões. Não pode ficar discutindo e tentando dissuadi-lo da idéia. Tem que dizer que não conversará com ele e pronto. Deve 'abandoná-lo'.

13. A mãe é incompetente para 'abandonar' o filho. Se soubesse fazê-lo, o filho a respeitaria. Como sabe que a mãe está sempre ali, não a respeita.

14. Se o pai ficar nervoso porque o filho aprontou alguma coisa, não deve alterar a voz. Deve dizer que está nervoso e, por isso, não quer discussão até ficar calmo. A calmaria, deve o pai dizer, virá em 2, 3, 4 dias. Enquanto isso, o videogame, as saídas, a balada, ficarão suspensas, até ele se acalmar e aplicar o devido castigo.

15. Se o filho não aprendeu ganhando, tem que aprender perdendo..

16. Não pode prometer presente pelo sucesso que é sua obrigação. Tirar nota boa é obrigação. Não xingar avós é obrigação. Ser polido é obrigação. Passar no vestibular é obrigação. Se ganhou o carro após o vestibular, ele o perderá se for mal na faculdade.

17. Quem educa filho é pai e mãe. Avós não podem interferir na educação do neto, de maneira alguma. Jamais. Não é cabível palpite. Nunca..

18. Se a mãe engolir sapos do filho, ele pensará que a sociedade terá que engolir também.

19. Videogames são um perigo: os pais têm que explicar como é a realidade, mostrar que na vida real não existem 'vidas', e sim uma única vida. Não dá para morrer e reviver. Não dá para apostar tudo, apertar o botão e zerar a dívida.

20. Professor tem que ser líder. Inspirar liderança. Não pode apenas bater cartão.

21. Pais e mães não pode se valer do filho por uma inabilidade que eles tenham. 'Filho, digite isso aqui pra mim porque não sei lidar com o computador'. Pais têm que saber usar o Skype, pois no mundo em que a ligação é gratuita pelo Skype, é inconcebível pagarem para falar com o filho que mora longe.

22. O erro mais freqüente na educação do filho é colocá-lo no topo da casa. O filho não pode ser a razão de viver de um casal. O filho é um dos elementos. O casal tem que deixá-lo, no máximo, no mesmo nível que eles. A sociedade pagará o preço quando alguém é educado achando-se o centro do universo.

23. Filhos drogados são aqueles que sempre estiveram no topo da família.

24. Cair na conversa do filho é criar um marginal. Filho não pode dar palpite em coisa de adulto. Se ele quiser opinar sobre qual deve ser a geladeira, terá que mostrar qual é o consumo (kWh) da que ele indicar. Se quiser dizer como deve ser a nova casa, tem que dizer quanto isso (seus supostos luxos) incrementará o gasto final.

25. Dinheiro 'a rodo' para o filho é prejudicial. Mesmo que os pais o tenham, precisam controlar e ensinar a gastar.

Frase: "A mãe (ou o pai!) que leva o filho para a igreja, não vai buscá-lo na cadeia..."
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