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O PIB denunciou a falta de leitura da população

pib,aulas100

O título da postagem soa estranho, pois o PIB não é indicador de educação precária de um país, apesar de servir de base para a melhoria do ensino escolar.

Enquanto eu estava numa agência bancária, aguardando minha vez no atendimento, aproveitei para assistir a uma reportagem na TV, instalada próxima à área que facilita a visão dos clientes e funcionários, cujo assunto era relacionado ao conceito de PIB sob forma de entrevista à população.

A equipe de reportagem fez, ao povo na rua, sempre a mesma pergunta: "Você sabe o que significa PIB e qual papel essa sigla exerce no país?"

E as respostas indicaram a falta de preocupação da maioria do povo com o valor da informação e conhecimento:

"PIB é o quê? Alguma nova moeda que vai substituir o real?" (resposta considerada a mais das incríveis absurdas)
"Terei que pesquisar no dicionário para poder lhe responder"
"Não faço ideia. É algo ligado ao Brasil?"
"Isso aprendi na escola, mas não lembro mais"

É impressionate, não? Se a pergunta a essas mesmas pessoas fosse relacionada a carnaval, copa do mundo, olimpíada, programas reality show ou fofocas sobre celebridades, teriam num instante a resposta correta na ponta da língua, sem pensar 1000 vezes para raciocinar.

As autoridades desse país não podem desvalorizar o que existe de maior riqueza: a educação. Mas, por outro lado, a maior parte da população que não tem interesse em se enriquecer de leitura contribui para jogar cada vez mais na lama o pouco que resta de tesouro que são os livros, jornais e revistas que abordam conteúdo significativo. O governo tem noção das atitudes acomodadas do povo e por isso faz o que bem entender, torcendo para que as pessoas sejam mais burras, ignorantes e fáceis de serem manipuladas.

Em qualquer livro de história e geografia, além de revistas e jornais que contêm temas de caráter político-econômico, é encontrada a sigla PIB (Produto Interno Bruto) que consiste na soma de todas as riquezas produzidas num país e, graças à entrevista feita pela equipe de reportagem, fui obrigado a deduzir que as escolas devem ensinar o papel do PIB, mas creio que pouquíssimos estudantes dão valor a esse assunto tão divulgado e presente em vários concursos vestibulares e públicos.

Se os entrevistados que devem ser pais e não souberam o que era o PIB, eles deveriam ter vergonha na cara e cobrar dos filhos, caso sejam estudantes, o conceito dessa sigla, para que futuras gerações não tenham conhecimento zero.
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Quantas coisas se perdem sem leitura


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Toda vez que leio reportagens em jornais e revistas a respeito da importância da leitura e também de projetos realizados em escolas e espaços culturais de várias comunidades que incentivam o uso de livros, destaco os pontos principais e, a partir deles, elaboro um resumo em minha mente, rascunho algumas considerações finais nos meus bloquinhos de nota, através de notícias na TV, para complementar o meu resumo, junto tudo e construo aqui em meu blog a minha postagem.

Apesar de o nosso país assumir uma posição não muito simpática quanto à qualidade da educação, considerada por enquanto péssima, que vai do pré ao ensino superior, ainda procuro manter a esperança de algum dia o Brasil estar pelo menos entre os que preparam melhor os estudantes para o mercado de trabalho e também de conscientizá-los do que é certo e errado.

Eu tinha lido na coluna de um jornal, do qual sou leitor fiel, que nos Estados Unidos os pais acostumam desde cedo a criança aos livros. Na hora de dormir, junto com o ursinho, tem sempre um livro por perto. Na hora do banho, um livro de plástico faz companhia aos barquinhos na banheira. A criança acaba aceitando o livro como parte importante da vida. Mas isso, creio eu, não ocorre em todas as famílias norte-americanas. Por outro lado, em comparação ao Brasil, o ensino do país do Tio Sam é bem avançado. E por que aqui não pode ser a mesma coisa?

O que é muito triste, quando se trata de aversão à leitura, é ouvir pessoas que não têm paciência de ler jornais, revistas e livros. Existem pais que ensinam os filhos a copiar e imprimir um assunto de pesquisa escolar pela internet, sem passar por uma edição, ou seja, destacar os fatos mais aceitos na hora de depois serem avaliados pelo professor. Enfim, os estudantes de hoje não sabem fazer resumo. Apenas leem a manchete e acham que receberão nota 10 pelo tamanho do texto e não pela qualidade. É por aí que nasce o analfabetismo funcional, ou pelo menos é uma das causas do início do mesmo.

Outro ponto é referente à violência desenfreada presente em brigas de torcidas organizadas, adultos e adolescentes brincando de matar gente, ofendendo a vida, destruindo sonhos. E para piorar, a prática constante de bullying nas escolas onde alguns alunos estão se tornando criminosos. Se esses malfeitores fossem apaixonados por leitura? Será que a violência diminuiria?

Como é possível refazer esse país se as próprias famílias não contribuem com a melhoria do ensino? Somente o governo não pode assumir todas as responsabilidades. Cá entre nós, a culpa se origina muitas vezes de alguns pais que vivem satisfazendo a vontade dos filhos, gastando rios de dinheiro com jogos violentos, ao invés de investirem em atividades educativas com uso de jogos ligados a letras e números.

Quando a leitura se torna hábito, a criança acaba tendo responsabilidade de adulto, apesar da pouca idade. É muito difícil, nos dias atuais, um estudante dizer que é hora de estudar e que pode brincar depois das provas. Através dos livros, todos se conscientizam de que pouca idade não representa menos responsabilidade.

Outra vantagem do gosto pela leitura é a disciplina quanto ao uso do dinheiro. Não importa se o governo presenteou a população com facilidades no pagamento pelos cartões de crédito. As empresas financeiras responsáveis não têm culpa pelo endividamento extremo do cidadão, na hora de abusar do cartão de crédito. O desinteresse pela leitura, sem sobras de dúvida, transforma o consumidor num ignorante sem limites e sai gastando a esmo, sem se preocupar com o futuro.

Enfim, são infinitos debates sobre os problemas da educação desse país. Os políticos entrarão em colapso, se um dia a maior parte da população brasileira se tornar culta e assim poderá escolher melhor seus representantes para Brasília.

Um abraço a todos.

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Deixo aqui a minha profunda indignação

Pessoas que não podem enxergar são ávidas por obter cultura através da literatura. É uma pena que o oposto nem sempre acontece: nós que temos esse dom maravilhoso da visão, nem sempre a utilizamos para a boa leitura, para o conhecimento. Pelo menos, não por aqui. Parece que a maioria dos brasileiros tem verdadeira aversão a livros. Uma revista britânica chamada The Economist publicou uma matéria intitulada “Um país de não-leitores”. Veja um trecho da matéria:

“Muitos brasileiros não sabem ler. Em 2000, um quarto da população com 15 anos ou mais eram analfabetos funcionais. Muitos simplesmente não querem. Apenas um adulto alfabetizado em cada três lê livros. O brasileiro médio lê 1,8 livros não-acadêmicos por ano –menos da metade do que se lê nos EUA ou na Europa. Em uma pesquisa recente sobre hábitos de leitura, os brasileiros ficaram em 27º em um ranking de 30 países, gastando 5,2 horas por semana com um livro. Os argentinos, vizinhos, ficaram em 18º”.

É claro que se deve “peneirar” o que se lê, deixando as porcarias de lado. O problema é obter o hábito da leitura.

Estou pensando se, com uma leitura de primeira qualidade, apesar dos elevados preços dos livros no Brasil, nós brasileiros não poderíamos evitar muitos maus hábitos cultivados no solo fértil da ignorância que se alastra por esse país a fora.

Eu, como profissional de ensino, que procuro sempre melhorar a prática de ensinar com a utilização de recursos audiovisuais - data show, projeção de slides e videos em TV - fico triste quando o Brasil ainda é visto como um lugar de poucos interessados pela leitura.

As autoridades enchem a boca quando falam, em campanhas eleitorais, que a educação é a chave de suas metas e, sem ela, os jovens não alcançam sucesso profissional. Mas para quem lê e estar sempre por dentro do mundo real sabe muito bem que essas mesmas autoridades torcem para que nenhum desses jovens seja inteligente. Essa é uma das grandes armas - a falta de cultura geral dos jovens - que os governos usam para benefícios próprios.
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Professores do Brasil: Incentivar o gosto pela leitura. Ainda há tempo?



Escolhi falar da importância da leitura para o dia dos professores, em união à Blogagem Coletiva - Professores do Brasil que é, sem dúvida, um grande incentivo para todos nós expormos nossas opiniões, desabafos, gritos, pedidos de socorro por uma melhoria na estruturação do ensino, tão precária em nosso país que já lê tão pouco, embora muitos valorizam e acreditam numa geração de futuros ótimos leitores que irão transformar o lado sombrio de um Brasil em exemplo de qualidade educacional semelhante ao Sol, ou seja, de quinta grandeza.

Quanto maior for a participação familiar, junto à escola, no combate ao desinteresse pelos livros e na promoção de inúmeras campanhas de apoio a atividades extra-classes, maior será o incentivo pelo gosto das palavras. Visitas mensais a bibliotecas públicas; a museus encontrados em várias cidades que contam, através das relíquias, de forma mais profunda, a história do nosso país; passeios em reservas ecológicas para estudar a biodiversidade e áreas geológicas, enfim, uma bagagem estendida da sala de aula que deve sempre ser elogiada por pais, crianças e adolescentes, inclusive universitários. Atividades sugestivas, como essas citadas, fazem bem ao cérebro, aumentando o interesse pelo saber.

Onde há interesse, há fome de vontade de ler mais e mais, para a cultura se fazer sempre presente na vida escolar e dentro de casa. É difícil? Acho que não, né?É revoltante e triste demais ouvir, em todos os cantos do Brasil, depoimentos de determinadas pessoas de várias faixas etárias que confessam ter preguiça de ler e escrever.

A pergunta é: Por que há tanta preguiça assim? Além da influência familiar, da falta de preparo e desestímulo de alguns profissionais de ensino, será a genética também outro fator responsável por essa fobia de letras que se manifesta nos ambientes escolares, nas ruas e no trabalho? Numa casa de família de leitores, por exemplo, onde dois adolescentes, embora de personalidades diferentes, que recebem o mesmo grau de orientação provida pelos pais, quanto à exigência nos estudos, por que um deles, de um modo geral, se interessa mais pela sabedoria praticada através de atividades educativas, enquanto outro só quer ficar jogando no computador ou acessar somente sites de relacionamento e ferramentas de bate-papo? Como se pode ver, é um assunto cujo leque se abre para várias hipóteses.

O computador e a internet, sem dúvida, formam um avanço de grandes proporções, mas não podem ser monopolizados em relação aos livros. As três ferramentas devem, sim, dividir o mesmo pódio, na condição de intercomplementares. Da mesma forma, deve ocorrer entre a família e a escola, interligadas também.

Se eu citar os benefícios que a leitura traz, terminarei essa postagem na virada do ano. Entretanto, alguns merecem destaque: ler derruba vários preconceitos; transforma o ser humano num verdadeiro formador de opiniões, sendo mais construtivo do que destrutivo; ajuda no combate a várias doenças através da informação. Por exemplo, tantas campanhas anti-dengue e, agora, as de contra a gripe suína, e milhões de reais são gastos, mas a população ainda se intimida porque não procura estar sempre por dentro dos regulamentos de prevenção. A AIDS foi evitada? Poderia ter sido, se a leitura tivesse recebido a importância merecida. É mais fácil culpar as autoridades, uma velha desculpa estampada no comportamento dos preguiçosos que não consideram a leitura uma obrigação. E quem disse que é obrigação? Na verdade, é um hábito adquirido pelo contato frequente com os livros . Novas candidatas a modelos aparecem cada vez mais e algumas abusam de dietas erroneamente miraculosas para manter um certo tal peso ideal. Ao invés de procurarem orientações confiáveis, preferem seguir conselhos de origem duvidosa que, com certeza, são procedentes de pessoas mal informadas. A leitura em fontes corretas evita a bulimia. E assim, vai.

Nunca devemos esquecer o trio LEITURA, INFORMAÇÃO e CONHECIMENTO. Somente através dele, a população levará mais a sério o voto e valorizará a construção de um país melhor, com saúde, melhor educação e nota zero à violência.

Aos meus colegas de ensino, as minhas ilustres homenagens e parabéns pelo dia de hoje. Um abraço a todos!!

Aproveite o dia de hoje para participar da Blogagem Coletiva, promoção incentivada pelo blog Ponderantes. Clique no selo de Blogagem Coletiva e vamos expor nossas opiniões relacionadas ao ensino.
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Oração X Leitura

Calma!! A relação ORAÇÃO X LEITURA não é de oposição, e sim, de analogia.

Sempre leio textos de reflexão de Paulo Coelho, e num deles refere-se a Orações e Poesias. Como eu gostei, quis interferir um pouquinho e relacionei oração com leitura, já que o nosso país precisa de mais leitores para que a educação seja sempre prioridade, investimento e direito a todos.
Quando nós queremos ler um livro, escolhemos um lugar silencioso e deixamos nossos olhos viajar junto às letras do papel. Na oração não é diferente: deixamos a nossa alma se ajoelhar durante a conversa com Deus.

Nessa relação, não pensamos em nada, apenas nos entregamos.

Ler e rezar todos os dias nos fazem adquirir boas virtudes. Se no começo for difícil, exiga de você mesmo: "Vou ler e rezar todos os dias".

Com isso, estaremos criando não apenas laço mais íntimo com o mundo espiritual e com os livros. Também estamos treinando nossa vontade.


Quem aprecia leitura, descobri um link super interessante em que profissionais do ensino debate a importância de ler e entender o mundo: http://websmed.portoalegre.rs.gov.br/escolas/marcirio/Jornal_com_bah/ano4_1/projeto_leitura.htm
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CONHEÇAM O ORKUT DAS LETRAS


CONHEÇAM O ORKUT DAS LETRAS
OBS: APENAS PARA QUEM APRECIA LEITURA.

Unidos pelo amor ao livro

Lançada este mês, rede social O LIVREIRO é a mais abrangente do tipo já feita até hoje no Brasil.

Desde o último dia primeiro de julho está no ar o site O LIVREIRO (www.conhecaolivreiro.com.br), a rede social voltada para o universo dos livros - a mais abrangente do tipo já lançada até hoje no Brasil.

O lançamento da página, uma espécie de ORKUT DAS LETRAS, foi durante a Festa Literária Internacional (Flip).

O LIVREIRO está em fase experimental. Até o final do ano, a ideia é povoar o novo site e aprimorá-lo, a partir do retorno dos internautas. O site não é um produtor de notícias, mas um agregador, com referências e links sobre o que sai na mídia sobre livros. Será possível criar - gratuitamente - páginas pessoais, onde o internauta dará destaque aos títulos de suas preferência e comunidades para debates.

É um novo espaço de relacionamento para quem GOSTA DE LIVROS.

Haverá páginas de autores clássicos, listas de mais vendidos, índice de obras mais adicionadas pelos internautas. Não é um site de literatura, mas de livros.

O Brasil precisa de novos leitores, e a ideia é estimular a leitura, promover a inclusão literária.

O meu BLOG AULAS100 que valoriza a informação e a busca do conhecimento tem a mesma filosofia do site. Por isso, todos devem valorizar a importância da leitura.
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LÍNGUA: PRA QUE TE QUERO?




POR QUE HÁ TANTA DESVALORIZAÇÃO PELA NOSSA LÍNGUA? POR QUE É IMPORTANTE SE EXPRESSAR BEM? POR QUE A LEITURA É TÃO DESPREZADA PELOS JOVENS E TAMBÉM POR MUITOS ADULTOS?

Gestos, desenhos, movimentos, símbolos, palavras, silêncio...

O ser humano dispõe de diferentes linguagens para se comunicar com o mundo e com as pessoas.

No entanto, parece que a palavra tem sido o instrumento preferido para objetivar seu pensamento, interagir com o outro e se fazer compreender.

Há doces declarações de amor às palavras. E receita para acordá-las. Há temor pelo seu poder. E desesperança e descrédito. Para alguns, a língua portuguesa está em extinção. Para outros, adultera-se por força do inescrúpulo de seus usuários, que se expressam mal ou seguem MODISMOS.

Tome-se uma conversa entre adolescentes. É entrecortada, cheia de exclamações. Não há fluência de expressão, e eles parecem não ter capacidade de expressar um pensamento completo. Será coisa de idade como muitos pais usam para justificar que é natural um adolescente agir assim? Os jovens não trocam experiências, apenas reforçam comportamentos e atitudes que já são conhecidos por todo o grupo. É a sociedade de consumo que dispensa a troca de experiências e também torna dispensável a língua.

Tal situação se agrava porque o ensino é ruim e eles não lêem.

Infelizmente, nas salas de bate-papo, apesar de serem usadas como descontração, as pessoas que se expressam bem são bastante desvalorizadas e não chamam tanta atenção porque são tachadas de certinhas e sérias, pois nesses locais não existem trocas de experiências.
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AS VANTAGENS DE UM EMPREGO PÚBLICO


AS VANTAGENS DE UM EMPREGO PÚBLICO SÃO INÚMERAS.

Uma delas é colocar todos os candidatos em pé de igualdade. Não há aquela história de o selecionador ir ou não com a cara do candidato e muito menos o famoso QUEM INDICA. Basta se preparar para ter chance de ser aprovado. O caminho, porém, é longo para quem quer garantir a estabilidade do serviço público.

É importante criar uma rotina de estudo e LER BASTANTE.

Passar em um concurso público é muito bom porque não há mais preocupação com o desemprego. Invista na leitura de jornais, revistas e letras de músicas. O importante é praticar a capacidade de ler e interpretar textos, diariamente.

Fique por dentro do que acontece. Muitos concursos exigem conhecimentos de atualidades. Fique de olho nos noticiários.

Entretanto, não deixe o lazer de lado: ter momentos livres para passear, ver filmes, curtir a família, bater papo com os amigos e praticar exercícios que é bom para a memória.

Não desanime. Passar para um emprego efetivo não é tarefa fácil. Mas o esforço vale a pena.

Acredite na própria capacidade.

PARA FINALIZAR, UM GRANDE CONSELHO: Nunca deixar de praticar a leitura após a aprovação. É muito triste ver estudantes e candidatos praticar a leitura apenas por causa das provas e não a enxergam como uma atividade educativa e prazerosa.

PENSEM NISSO!!
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